Marketing e Negócios

    PDV que vende: como os materiais certos influenciam a decisão de compra

    31 de agosto de 20266 min de leiturapor NGD
    PDV que vende: como os materiais certos influenciam a decisão de compra

    Onde a decisão de compra acontece

    A propaganda leva o cliente até a loja. O que decide qual produto sai no carrinho, na maior parte das vezes, é o que acontece depois: a pessoa parada no corredor, na frente da prateleira, escolhendo entre duas marcas em poucos segundos. Esse é o momento em que o ponto de venda trabalha, e é o único momento da jornada em que a sua marca disputa a atenção do cliente sem concorrente digital no meio.

    É por isso que peça de ponto de venda tem exigências que material publicitário comum não tem. Ela precisa chegar pronta para montagem, porque quem monta é o repositor da loja. Precisa aguentar o dia a dia do varejo. E precisa sair rápido, porque campanha nova chega antes do que se espera. As cinco famílias abaixo resolvem a maior parte das ações de varejo, e cada uma existe para um problema diferente.

    1. Totens

    O totem ocupa o ponto de maior circulação. Ele destaca campanha, lançamento e oferta exatamente onde o cliente passa, e transforma corredor, entrada, ponta de gôndola, recepção e área de evento em espaço de marca. O que muda de um modelo para outro é quantas direções a peça precisa cobrir e quanta altura o ambiente permite.

    São cinco modelos em linha, e a diferença entre eles é prática. O elíptico tem duas faces e silhueta curva, e é a curva que dá um volume que placa reta não alcança. O triedro tem três faces e resolve corredor onde o cliente pode chegar por qualquer lado. O triangular modular vai além: são módulos de três faces que giram, então dá para mudar a composição e a mensagem sem trocar a peça, com visibilidade nos 360 graus. O cubo é leve, empilhável e personalizado nas seis faces, e funciona tanto sozinho quanto em pilha. E o réplica sai do formato geométrico, com recorte especial acompanhando o contorno da arte. Cada modelo tem três medidas de linha, e a escolha costuma sair do pé-direito do ambiente e do espaço de chão disponível. As medidas de cada um estão em totens e displays verticais.

    Três totens triedro em poliondas lado a lado, cada um com três faces de comunicação

    2. Expositores de chão

    O expositor de chão resolve uma coisa que o totem não resolve: ele expõe o produto e comunica a marca na mesma estrutura. É o que cria ponto extra de venda, organiza a mercadoria e destaca lançamento em corredor, entrada e ponta de gôndola. São três medidas de linha, com até 1,80 m de altura no maior modelo, e a comunicação é personalizada em toda a peça.

    Os cinco modelos atendem situações diferentes. O expositor com prateleiras tem testeira de destaque e vai planificado, o que facilita transporte e armazenamento. O com rodízios sai do estoque montado e permite reposicionar a campanha dentro da loja sem desmontar nada. O com laterais de comunicação tem quatro níveis e laterais impressas, transformando quase toda a estrutura em área de marca, com encaixe por travas. O vertical compacto, em poliondas de 4 mm, entrega quatro níveis ocupando menos chão. E o de quatro níveis, também em poliondas de 4 mm, combina laterais inteiras com saia frontal ampla. Antes de qualquer tiragem, um protótipo é validado. Veja as opções em displays e materiais de PDV.

    Expositor de chão de quatro níveis com prateleiras cheias de produto e testeira superior

    3. Cubos promocionais

    O cubo é a peça mais versátil do ponto de venda, e a razão é simples: ele não tem função fixa. A mesma peça vira ilha promocional em uma semana, pódio de vitrine na seguinte e composição cenográfica na campanha depois. É leve, fácil de reposicionar e personalizado nas seis faces, produzido em poliondas de 3 mm e 400 g. A laminação fosca reduz reflexo e protege o acabamento da impressão, o que importa quando a peça fica meses em uso e passa por muita gente. Funciona em loja, feira, vitrine e ativação de marca. Os substratos estão em displays em acrílico, PVC e polionda.

    Cubos promocionais empilhados em composição, com impressão em todas as faces

    4. Réplicas e recortes especiais

    É a peça que para o cliente no corredor. O recorte acompanha o contorno da arte, seja uma pessoa, um mascote, um personagem ou o próprio produto ampliado, e chega a 2 metros de altura. O detalhe que decide na prática é a base: ela vem embutida, mantém a peça em pé sozinha e evita o tombo com esbarrão, que é o que costuma acontecer com recorte improvisado depois de meia hora de loja cheia. A mesma técnica produz mascote recortado com base de encaixe e peças de formato inesperado, como o display em efeito de mão gigante, que funciona bem em ativação, lançamento e ponto de foto. O tipo de corte que essas peças exigem está em cortes especiais e CNC.

    Réplica em tamanho real de duas pessoas, recortada no contorno e com base própria

    5. Projetos sob medida

    Nem toda ideia cabe em um modelo pronto, e campanha de varejo raramente é uma peça só. Quando a necessidade não bate com nada da linha, o caminho é outro: a partir do briefing, a estrutura é desenvolvida, um protótipo é validado e só então vai para a produção. É assim que sai o conjunto completo de uma campanha, com display de chão, lixeira personalizada, mini display de balcão e o que mais a ação pedir, tudo na mesma linha visual. O protótipo antes da tiragem é o que evita descobrir na entrega que a prateleira não aguenta o produto ou que a peça não passa pela porta da loja. Exemplos de projeto executado estão no portfólio.

    Kit de campanha sob medida, com display de chão, lixeira personalizada e mini display de balcão

    Conclusão

    A peça de ponto de venda que funciona não é a mais elaborada, é a que chega na loja e é montada. Se a montagem depende de ferramenta, de manual ou de alguém treinado, ela fica na caixa e a campanha acontece sem ela. Por isso a escolha do material importa tanto quanto o formato: o ecoboard é rígido e leve, com boa apresentação e reciclável junto com o papel; a polionda é leve, versátil e resiste à umidade; PS e PVC são rígidos, de superfície lisa, para peças que exigem mais estabilidade. Há 20 anos a NGD produz em Brasília com parque fabril próprio, impressão de alta resolução, corte e vinco de precisão e router CNC, acompanhando cada etapa do projeto à produção. Se você já tem a arte ou apenas o briefing da campanha, comece descrevendo onde a peça vai ficar e o que ela precisa aguentar, e veja as opções em displays e materiais de PDV.

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